História

Em 1982, três questões incomodavam o fundador de Frontiers, Greg Livingstone:

1. Exceção: Por que as Boas Novas de Jesus, que se espalham pelo mundo todo, não chegam aos muçulmanos?

2. Fato: O que o Deus da Bíblia fará sobre isso?

3. Comunidades de crentes, que nasceram como muçulmanos: como elas surgirão nos lugares onde hoje elas não existem?

Greg concluiu que seria necessária uma nova organização para responder a estas questões; uma organização séria, ágil e flexível, que unisse gente convicta de que Deus pudesse usá-las para trazer esperança em Cristo para muçulmanos.

Hoje, mais de 30 anos depois, Frontiers passou por mudanças drásticas. A organização cresceu e se internacionalizou. Seus escritórios locais preparam e enviam equipes e membros a partir da América do Norte, América do Sul, Ásia, Europa e África.

Temos aproximadamente 200 equipes que compartilham de Jesus em mais de 40 regiões muçulmanas. Desde que começamos a servir entre os muçulmanos, Deus graciosamente nos usou para iniciar mais de 200 comunidades de crentes, pessoas cujas histórias começaram no islamismo.

Nossas equipes vivem e trabalham em muitas das áreas destacadas no mapa abaixo, proclamando Jesus entre seus vizinhos e líderes muçulmanos.

O mundo mudou significativamente desde o nascimento de Frontiers, mas duas coisas permaneceram as mesmas:

1. Muçulmanos no sul da Ásia, somando mais de 500 milhões, ainda permanecem isolados da mensagem de Jesus. Eles ainda não puderam ouvir sobre sua vida, morte e ressurreição.

2. O Deus da Bíblia não se esqueceu desses muçulmanos em áreas difíceis de serem alcançadas. Ele continua levantando líderes e equipes dispostas a fazer o sacrifício necessário para viver em condições extremas.

Nós gostamos de acreditar que aprendemos muito com os nossos muitos erros ao longo dos anos. Assim, nós podemos ensinar a outros a partir de nossas experiências… a fim de que eles cometam novos erros – ao invés de incorrerem nos antigos!

“Da Semente ao Fruto” é um ótimo livro que reúne lições aprendidas por pessoas de várias organizações, que desbravaram campos de povos muçulmanos.

Nosso maior desejo é que essa história acabe logo! Aguardamos ansiosos pelo dia em que nos tornaremos desnecessários, quando Cristo estiver sendo adorado por gente de toda tribo, língua, e nação (Ap 5:9). Até lá, perseveraremos em questionar, a nós mesmos e a potenciais líderes de equipes:

“Comunidades de crentes, que nasceram como muçulmanos: como elas surgirão nos lugares onde hoje elas não existem?”

[Retornar]